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Inclusão Digital para Portadores de Deficiência Mental no Ambiente Escolar

A inclusão escolar dos deficientes mentais no ensino regular representa um grande desafio para as instituições de ensino, onde há a obrigatoriedade de acolhimento e são de suma importância para a sua formação, socialização, ensino e aprendizagem.
O uso dos recursos computacionais no processo de inclusão digital apresenta um suporte no desenvolvimento dos processos cognitivos e sócio-afetivos e a viabilização da inclusão do portador de necessidades especiais no ensino regular.
A educação inclusiva em seus aspectos sócio-políticos e as teorias construtivistas da aprendizagem fundamenta a análise de que é evidente que o portador de necessidades especiais, em particular o portador de deficiência mental, consegue superar muitas de suas dificuldades psicomotoras através da ajuda, apoio e incentivo por parte daqueles que acreditam em seu potencial de aprendizagem, oportunizando o seu acesso aos recursos computacionais os quais favorecem a sua reintegração social.

Palavras-chave: aprendizagem, inclusão, computador, educação.

1 – INTRODUÇÃO

O processo educacional deu-se no início da humanidade pelo homem, que sempre teve a necessidade de ensinar ao outros conhecimentos e experiências adquiridas e informações importantes de forma que pudessem ser úteis para suas vidas.
Assim, podemos explicar todo o acumulo de informações durante todos esses anos, mas infelizmente nem todos fazem parte deste processo educacional, pois a exclusão nasceu junto com a educação, ou seja, os escravos, plebeus e todas aquelas pessoas menos afortunadas não tinham acesso à cultura, seguiram-se a exclusão das mulheres, dos doentes e também dos portadores de deficiências.
Segundo Casarin, “indivíduos portadores de necessidades especiais sempre estiveram em situação de maior desvantagem, ocupando no imaginário coletivo, a posição de alvos de caridade popular e assistência social, e não de sujeitos de direitos sociais, entre os quais se inclui o direito à educação. São indivíduos que apresentam um tipo ou mais de limitações funcionais, caracterizadas como permanentes, temporárias, totais, congênitas ou adquiridas”. Também estão incluídos os portadores de distúrbios múltiplos de aprendizagem e os superdotados.
No passado, a sociedade desenvolveu quase sempre obstáculos à integração das pessoas deficientes. Receios, medos, superstições, frustrações, exclusões, separações, etc. preenchem lamentavelmente vários exemplos históricos que vão desde Esparta à Idade Média. (FONSECA, 1989, p. 217).
No ensino regular, foram e são muitas as dificuldades sentidas pelo deficiente mental, onde qualquer dificuldade física, sensorial, mental, comportamental ou de comunicação, é claramente considerado como qualitativamente diferente, características consideradas inalteráveis e permanentes e, como tal, faz sentido a existência de um sistema educacional separado do ensino regular.
A partir deste novo contexto social, foi então possível redefinir a própria posição ocupada pelo deficiente na sociedade e, conseqüentemente, no sistema educacional, através da necessidade de ampliação ao acesso de alunos que ficavam tradicionalmente excluídos do sistema regular de ensino.
“Para curar as pessoas não é possível manter de pé instituições dedicadas à exclusão, à marginalização, à violência e ao abandono” (CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA, 1992, p. 67).
A reflexão acima apresentada remete aos dias atuais, em que alunos portadores de necessidades educacionais especiais ainda continuam sendo alvos de mecanismos e procedimentos de segregação e até mesmo de exclusão do sistema regular de ensino, onde por desconhecimento do assunto tem-se a exclusão e a marginalização destes indivíduos.

2 – DEFICIÊNCIA MENTAL

A deficiência mental pode ser caracterizada por um problema estrutural no cérebro, onde altera o rendimento intelectual do individuo, e seu nível de conhecimento é prejudicado. O quociente que mede a inteligência está abaixo do valor considerado como padrão pelos testes psicométricos.
Portanto a baixa produção de conhecimento, dificuldades de aprendizagem e um baixo nível intelectual são conhecidos como problemas de origem no cérebro onde são rotuladas por deficiência intelectual ou mental, as causas e os transtornos mais comuns que acometem esses indivíduos são:
• Fatores de ordem genética;
• Complicações ocorridas ao longo da gestação ou durante o parto e as pós-natais;
• Entre outros.
O grande enigma que se coloca diante dos pesquisadores é como detectar ainda na vida intra-uterina tais características, pois a maior parte desta identificação só é percebida na maioria dos casos na infância, ou quando o individuo começa a freqüentar a escola e as exigências intelectuais aumentam e a deficiência mental torna-se mais explícita.
Este problema pode ser encontrado em vários graus, desde o mais severos, até os mais leves. Em alguns casos os testes de inteligência direcionados para os pequenos não são nada confiáveis, torna-se então difícil detectar o problema.
É importante não confundir Deficiência Mental ou Intelectual com Doença Mental.
A pessoa com necessidades especiais mantém a percepção de si mesmo e da realidade que a cerca, sendo capaz de tomar decisões importantes sobre sua vida. Já o portador de doença mental tem seu percepção comprometida, caracterizando um estado da mente completamente diferente da deficiência mental, embora 20 a 30% dos deficientes manifestem algum tipo de ligação com qualquer espécie de doença mental, tais como a síndrome do pânico, depressão, esquizofrenia, o poder de concentração e o humor.

3 – EVOLUÇÃO DA EDUCAÇÃO ESPECIAL NO BRASIL

No Brasil são muitos os portadores de algum tipo de deficiência mental, e são levados em consideração que as pessoas com necessidades educativas especiais possuem deficiências mentais e são pessoas, que por alguma razão, possuem falhas no seu cérebro.
A plasticidade do cérebro humano, sendo ele um sistema aberto, mutável e sensível a ações externas, idéia que foi estudada e defendida por Vygotski, nos dá certeza que a pessoa com deficiência mental são passíveis de receber, processar, aprender e gerar informações e conclusões de tudo aquilo que for apresentado adequadamente para elas.
Ainda, se a forma de apresentar essas informações for interessante e lúdica para portadores de necessidades especiais, de forma que identifique com o conteúdo, podem-se alcançar bons resultados pedagógicos, afinal portadores de necessidades especiais mais capacitados gera melhor desenvolvimento, o que acaba refletindo em sua vida adulta (SEESP/MEC, 2008).
Portanto, ao abordar o tema da inclusão escolar ou digital do aluno portador de necessidades educacionais especiais, deve se buscar respostas para os fatores de “incapacidade”, onde refletem as limitações de oportunidades, serviços e auxilio educacional adequado para o desenvolvimento das habilidades e potencialidades sócio-cognitivas e a inclusão no ensino regular.

4 – A CONTRIBUIÇÃO DE PIAGET

Jean Piaget, nascido na Suíça no ano de 1896, desenvolveu o estudo contribui para o desenvolvimento da Pedagogia do Desenvolvimento Infantil.
A partir de 1920 iniciou seus estudos na Universidade de Paris, França, com trabalhos de pesquisa voltados para a análise do desenvolvimento cognitivo de crianças.
Conforme Wadsworth (2001) para Piaget, “todo conhecimento é uma construção resultante das ações da criança. Os fatores sociais influenciam a desequilibração individual através do conflito cognitivo e assim, sinalizam que há construção a ser feita”.
A verdadeira construção do conhecimento não é mediada, no sentido Vygotskiano, pelo ambiente social, ele não é copiado de um modelo. O conhecimento é, então, reconstruído diante da desequilibração social provocada. A teoria de Piaget é uma teoria da invenção individual e não da transmissão. Dessa forma, o papel do professor é visto basicamente como o de encorajar, estimular, orientar e apoiar a exploração e a invenção (construção).
Há três tipos de conhecimentos: o físico, o lógico-matemático e o social. Por razões diferentes cada um deles requer as ações da criança.
O conhecimento físico permite a descoberta dos objetos e eventos, forma, tamanho, peso, peso e outras. É adquirido manipulando o objeto (através dos sentidos), portanto, a descoberta e a construção do conhecimento sobre o objeto.
Quanto a assimilação dos esquemas, deve-se considerar que, um perfeito conhecimento dos objetos não pode ser adquirido diretamente de leitura, de observação de imagens ou de ouvir o que as pessoas dizem – estas são todas formas simbólicas de representação, mas somente das ações sobre os objetos.
O conhecimento lógico-matemático é o conhecimento construído a partir do pensar sobre as experiências com objetos e eventos. Só é desenvolvido se a criança agir, física e mentalmente, sobre os objetos. A criança inventa o conhecimento lógico-matemático, a partir das ações da criança sobre os objetos (estes servem apenas como um meio para permitir que a construção ocorra).
O conhecimento social é o conhecimento sobre o qual os grupos sociais ou culturais chegam a um acordo por convenção. Regras, leis, moral, valores, ética e o sistema de linguagem são exemplos de conhecimento social. Este tipo de conhecimento se origina na cultura e pode ser diferente de um grupo para outro. Esse conhecimento não pode ser extraído das ações sobre os objetos como o conhecimento físico e o lógico-matemático. O conhecimento social é construído pela criança a partir de suas ações (interações) com outras pessoas.

5 – INCLUSÃO DIGITAL

Há uma década, era muito restrito o uso dos computadores, no entanto, atualmente, estes recursos computacionais estão cada vez mais utilizados.
O uso do computador está presente no cotidiano de qualquer pessoa, seja em um pagamento de contas, compras online ou mesmo na interação em redes sociais, entre outros.
A falta de acesso à informação não atinge somente o portador de deficiência mental, e sim grande parte da população, o que gera problemas, como a marginalização social: desemprego, a falta de acesso à educação, à saúde, à moradia e a exclusão digital.
Neste contexto as instituições de ensino devem proporcionar a inclusão digital, tornando-se o aprendizado dos recursos computacionais e dos métodos pedagógicos voltados para este fim com enfoque relevante no cenário educacional. E é através da sua utilização, que se faz possível aumentar o aprendizado do aluno, mas deve ser feito de forma estruturada: acesso a teoria e o uso dos recursos computacionais, além disso, deve trazer significados para a vida real, das experiências adquiridas no cotidiano.
O uso do computador sem dúvidas é uma ferramenta pedagógica importante, pois é possível aumentar o nível de aprendizado, a auto-estima, o desempenho nas atividades e, além disso, a melhoria da perspectiva profissional.
Faz-se necessário que informática faça parte do projeto político pedagógico da escola, não sendo taxada apenas como uma área de conhecimento ou simplesmente de estudo, deve favorecer a aprendizagem significativa e a formação tecnológica necessária para o futuro profissional na sociedade.
O seu uso na instituição escolar só vem complementar uma educação de qualidade.
Segundo Rebelo (2007), “a Inclusão Digital significa, antes de tudo, melhora as condições de vida de uma determinada região ou comunidade com ajuda da tecnologia. A expressão nasceu do termo “digital”, que em inglês significa algo como divisória digital“.

6 – SOFTWARES DE ACESSIBILIDADE AOS DEFICIENTES MENTAIS

A maioria dos softwares utilizados pelos portadores de deficiência mental são softwares abertos ou livres.
Poucos são os softwares voltados especificamente para estes usuários uma vez que qualquer software que estimule a percepção auditiva, o desenvolvimento psicomotor, sensório, pode ser utilizado.
As crianças especiais apresentam necessidades educacionais diferentes da maioria das crianças e jovens.
A reabilitação feita com o auxilio de equipe de multiprofissionais permite desenvolver as potencialidades e diminuir suas limitações, através de diferentes técnicas ou softwares, possibilitando a exploração máxima do seu desenvolvimento físico, mental e sensorial.
Os jogos com fins educacionais têm grande importância no desenvolvimento infantil, por permitir a motivação de estímulos. O ensino aprendizagem através dos jogos permite que a criança aprenda a agir, é estimulado à curiosidade, adquire iniciativa e autoconfiança, sendo, portanto facilitado o desenvolvimento da linguagem, do pensamento e da concentração.
As coleções de softwares do Coelho Sabido permitem o desenvolvimento de todas as habilidades e da concentração, oferecendo experiências lúdicas importantes e necessárias para o desenvolvimento como um todo.
Além desta coleção também podemos encontrar muitos outros softwares como o caso do Motriz, que é um programa para deficiências motores graves, permitindo acesso amplo a escrita, leitura e comunicação. O acionamento do sistema é feito através de comando que são falados através de um microfone.
É um sistema que permite também a digitação soletrando, benéfica em muitas situações. Para diferenciar os sons das letras, o MOTRIX utiliza o alfabeto fonético da aviação, que foi escolhido, entre as várias alternativas, por ser muito utilizado em experiências verídicas, durante muitas décadas como um dos mais efetivos para reconhecimento em ambientes ruidosos; O software foi idealizado a principio através de uma interface padrão de reconhecimento de voz desenvolvida pela Microsoft.
Ao instalar o MOTRIX, o usuário pode e deve ler em voz alta os comandos, como por exemplo, eventos rotineiros, como “abrir conexão”, “fechar janela”, “para direita”, além de usar também o alfabeto de radioamador usado para ditar textos. “A partir daí, os comandos ficam armazenados em uma base de dados e passam a ser reconhecidos pelo computador”, explica Antônio Borges, pesquisador responsável pelo desenvolvimento do programa (BORGES,2002).

7 – CONCLUSÃO

A inclusão escolar e digital dos deficientes mentais é possível, mas faltam oportunidades para a vivência de experiências e com isso desenvolver o potencial e a autoconfiança. O oferecimento de recursos computacionais é restrito a um número muito baixo de pessoas, causando a exclusão da maioria dos deficientes mentais. As escolas, por outro lado, não estão preparadas para receber estes alunos, devido à falta de capacitação da maioria do corpo docente e a falta de recursos computacionais.
No mercado de trabalho esta realidade não é muito diferente, as empresas se mostram-se fechadas a esse tipo de público.
Neste sentido, os softwares especializados têm demonstrado a preocupação de proporcionar não só informações, mas também o interesse de incluí-los digitalmente na sociedade, dando igualdades de condições.
Desta forma, verificamos que a inclusão de sujeitos com necessidades educativas especiais nas escolas está em processo de organização, porém evidenciam a necessidade de ampliação, aprofundamento e reconhecimento.
Torna-se necessário um conjunto de medidas auxiliares como: diagnóstico prévio e adequado, apoio para a qualificação dos professores, infra-estrutura adaptada, materiais pedagógicos que orientem a aprendizagem e o trabalho pedagógico dos professores, sistemas de acompanhamento, orientação e intervenção específicos para os sujeitos, pois suas possibilidades de autonomia, escolarização e inserção social são amplas, desde que sejam trabalhados para tal.
A coleção dos softwares Coelho Sabido e muitos outros, traz um repertório de possibilidades de desenvolvimento cognitivo, sensório motor, lógico entre outros. Cada etapa do individuo encontra-se um software para apoio e desenvolvimento.

8 – REFERÊNCIAS

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ISSN 1808-6225

 

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