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A Informática Auxiliando os Disléxicos no Ensino e Aprendizagem

A Informática auxiliando os Disléxicos no Ensino e Aprendizagem

A Psicopedagogia e a Informática são áreas distintas, porém, se trabalhadas juntas, podem trazer resultados incríveis. O fator que as une é a intencionalidade na aquisição de novos conhecimentos. Desta forma, a Informática estará, não só atuando sobre o conhecimento, mas possibilitando uma nova ferramenta que auxilie na aprendizagem, estimule o conhecimento e a criatividade, e ainda possibilite sempre uma solução possível. A informática surge então como ferramenta auxiliadora do trabalho psicopedagogo nas instituições de ensino como um instrumento facilitador da construção do conhecimento pelo disléxico e do seu desenvolvimento como pessoa, consciente das suas dificuldades, mas, principalmente, reconhecendo suas possibilidades e fazendo pleno uso delas.

Palavras-chaves: psicopedagogia – dislexia – informática

1.INTRODUÇÃO
Os psicopedagogos necessitam hoje de estratégias mais especificas de intervenção para os casos de dislexia, estatísticas da Associação Brasileira de Dislexia indicam que cerca de 15% das crianças em idade escolar são disléxicas. Dessas, 76% são homens e 24% mulheres. Através da utilização da informática pode-se a chegar a excelentes resultados, pois, permite além de um melhor atendimento às dificuldades do disléxico, o desenvolvimento do seu potencial cognitivo e emocional como um todo, desenvolvendo condições melhores de aprendizagem.

2.DISLEXIA
A dislexia é uma perturbação ou transtorno ao nível de leitura. O individuo portador de dislexia é um mau leitor: é capaz de ler, mas não é capaz de entender eficientemente o que lê. O que nos chama atenção, à primeira vista, é que o individuo disléxico é inteligente, habilidoso em tarefas manuais, mas persiste um quadro de dificuldade de leitura da educação infantil à educação superior.
Quando não se diagnostica a dislexia, ainda na educação infantil, os distúrbios de letras podem levar crianças de 8 a 9, no ensino fundamental, a apresentar perturbações de ordem emocional, efetiva e lingüística. Uma criança disléxica encontra dificuldade de lê e as frustrações acumuladas podem conduzir a comportamentos anti-sociais, à agressividade e a uma situação de marginalização progressiva.
A dislexia representaria um tipo especial de imaturidade cerebral, na qual se atrasaria a função de reconhecimento visual e auditivo dos símbolos verbais.
Sua natureza consiste em uma base neurológica. Parece haver no mapeamento uma área específica relacionada às dislexias, mas não existe sinal de dano cerebral em testes (disfunção).
Por alguma razão parece ocorrer uma leve desorganização no processamento de informações.
Segundo o DSM-IV – Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (APA,1994) – a dislexia está classificada sob o código 315.00 – Transtorno da Leitura – na seção sobre transtornos da Aprendizagem (anteriormente habilidades escolares), na categoria Transtornos Geralmente Diagnosticados pela Primeira vez na Infância ou Adolescência.
Para Pain (1992, p.30): A noção de dislexia como entidade específica merece uma consideração especial dentro dos problemas de aprendizagem. Na realidade, neste caso pode considerar-se um só tipo de dislexia, que rara vez ocorre, pois se trata de um problema dentro das agnosias, que não impede à criança ou ao adulto afetado por um processo traumático reconhecer os fonemas através da sua grafia.
Alguns dos critérios para o diagnóstico diferencial são:
•rendimento da leitura ( teste padronizado ) muito abaixo do nível esperado para a idade, tendo em vista a escolaridade e a capacidade intelectual do indivíduo ( teste de Q.I.);
•essas perturbações estejam interferindo significativamente no sucesso escolar ou nas atividades diárias que requerem capacidade em leitura;
•em presença de um déficit sensorial, as dificuldades de leitura excedem aquelas geralmente a este associadas.
Foi apresentado o conceito de dislexia segundo o DSM-IV por ser um dos mais referendados mundialmente. Porém, é necessário ressaltar as inúmeras controvérsias a respeito da definição do termo dislexia e suas implicações. Uma análise mais cuidadosa mostra que esta definição tem sua origem na corrente organicista – final do séc. XIX, evoluindo através de uma trajetória de exclusão.
Nesse sentido é importante acrescentar que os estudos sobre a Dislexia vêm ganhando amplitude e profundidade, principalmente se considerarmos os avanços médico-tecnológicos e contribuições clínicas, ou seja, de neuropsicólogos, fonoaudiólogos, psicopedagogos e médicos.
Segundo Grégoire & Piérart (1997): Em interação com a corrente instrumental psicólogos, a corrente pedagógica (professores e pedagogos) desenvolveu baterias de avaliação dos desempenhos em leitura, na verdade, baterias prognosticas da aprendizagem, em plena consciência da complexidade deste comportamento que é o saber ler. As tentativas de avaliação dos distúrbios de leitura fundamentam-se na sua descrição sintomática. São seus principais sintomas:
•Distorções, substituições ou omissões de letras, sílabas e palavras;
•Lentidão na leitura;
•Compreensão reduzida;
•Dificuldades também na escrita.
Segundo Critchley (in CONDEMARIN, 1989, pág. 21): existem algumas premissas para se diferenciar a dislexia específica das demais causas de dificuldades na leitura. São elas:
•dificuldade para ler persistente até a idade adulta;
•erros na leitura e na escrita de natureza peculiar e específica;
•incidência familiar da síndrome;
•dificuldade associada à interpretação de outros símbolos.
Desta forma, o conceito de dislexia está associado às diversas competências necessárias à leitura:
•competência léxica, isto é, o conhecimento que a criança tem de um certo número de palavras e sua aptidão para ter acesso rapidamente ao vocabulário mental assim constituído;
•consciência fonológica, a capacidade de segmentar uma palavra em unidades menores como as sílabas e de decompô-las em seus componentes fonológicos;
•memória operacional.
Considerando a parcial transparência da Língua Portuguesa, a memorização da ortografia também envolve um grande esforço por parte do sujeito. Os modelos cognitivos indicam a existência de um local de armazenagem lexical da ortografia de palavras familiares, semelhante ao que existe para a fala, o qual também é usado no momento da leitura. Ele contém todas as palavras cuja ortografia foi armazenada na memória. Ele é alimentado pelo sistema semântico – significado das palavras e pelo sistema de produção da fala – pronúncia de palavras familiares, que, por sua vez, são construídos através da análise visual – identificação e posição das letras e do sistema de reconhecimento visual de palavras, que é uma espécie de depósito mental de palavras, que contém representações das formas escritas de todas as palavras familiares. Para estimular o processo léxico – semântico, precisa-se trabalhar a percepção e memória visual, além de atividades cognitivas para enriquecimento da linguagem como um todo.
Desta forma, para ler, escrever e processar as informações, em geral, o sujeito faz uso de três grandes funções – a percepção, a cognição e a emoção – que se encontram intimamente relacionadas.
Várias pesquisas têm sido feitas para investigar os processos que o leitor usa para a decodificação da informação léxica.
No processamento bottom-up, o leitor decodifica a informação a partir da percepção seqüencial dos caracteres de cada letra ou sílaba até sua associação em palavras e frases, seguindo um trajeto do particular para o geral, das partes para o todo. No processamento denominado top-down, o significado da frase ou texto facilita a percepção das letras. Desta forma, neste modelo, são usados procedimentos mais gerais e de nível cognitivo mais alto, ressaltando a importância do significado no ato léxico e do todo na identificação das partes.
As pesquisas indicam, também, que esses dois processamentos interagem e, no caso de déficit de um deles, o leitor buscaria apoio nos procedimentos mais intactos.
Escrita e leitura têm sido alvo de muitas pesquisas da neuropsicológica cognitiva, mas encontramos uma maior quantidade na área da leitura, principalmente com relação ao seu processamento.
Na escrita, os trabalhos estão mais ligados à ortografia de palavras do que à produção de textos e suas implicações. No entanto, para escrever, gastamos muito mais energia no planejamento daquilo que queremos dizer e como dizer.
Esta fase de planejamento, que alguns autores chamam de pré – escrita, envolve toda a preparação para escrever: ruminação de idéias e decisão do que escrever.
O estágio seguinte seria o da escrita propriamente dita e uma última etapa envolveria a reescrita, através de uma avaliação e revisão do texto elaborado.
Segundo Ellis (1995, p.71): Escrever é pensar. O ato de tentar expressar-se por escrito pode ajudar a esclarecer os próprios pensamentos e fazer aflorar novas idéias.
Para Ajuriaguerra (1952): A nossa experiência nos demonstra que não é possível encontrar explicações unicausais aplicáveis a todos os disléxicos em geral.
São diversas as teorias, muitas as conclusões obtidas e outras tantas a serem ainda investigadas. Mais importante do que definir dislexia e sua etiologia, no sentido de uma rotulação, é diagnosticá-la e tratá-la de modo adequado, a partir de seus sintomas, direcionando a intervenção de forma particular e procurando investigar o seu significado em cada caso.
A informática é um instrumento valioso na construção das funções cognitivas, perceptivas e emocionais dos disléxicos, como veremos a seguir.

3.INFORMÁTICA

A informática é a “ciência que visa ao tratamento da informação através do uso de equipamentos e procedimentos da área de processamento de dados” – FERREIRA, (1986).

A informática possibilita o desenvolvimento do sujeito, unindo corpo – mente – emoção. Estimula a percepção, uma das funções neuropsicomotoras de base, condicionadora da função simbólica, envolvendo diferentes aspectos: discriminação e memória auditiva e visual; memória sequencial; coordenação viso-motora; ativação dos dois hemisférios cerebrais – imagens e textos de forma combinada; orientação espaço/temporal; controle de movimentos – força, intensidade, agilidade no uso do teclado e mouse.

A cognição, por sua vez, pode ser trabalhada, com o uso do computador através da capacidade de representação, passando do virtual para o real; simbolismo exemplo ícones; resolução de problemas – antecipação, hipótese, escolha da estratégia, execução, avaliação, conclusão; imaginação e criatividade; leitura e escrita: habilidades fonológicas, habilidades semânticas e lexicais, habilidades sintáticas e habilidades pragmáticas; formação de conceitos – abstração, generalização e integração.

Na área da emoção, o computador também vai favorecer o desenvolvimento de atitudes, hábitos e habilidades tais como: autonomia e independência, através da liberdade de exploração; trabalho com o erro de maneira construtiva, elevando a auto-estima; dá limites, levando ao controle da ansiedade; motivação; conscientização: de sua própria cognição, atenção e memória. Desta forma, assim como a Informática, o sujeito vai tratar as informações, usando os seus “equipamentos” e procedimentos.

Ao utilizar a Informática, o sujeito tem a possibilidade de entender o seu próprio processo de pensamento através do que acontece com o computador, quando recebe as informações para serem processadas. Ele vai tomar consciência dos processos e estratégias que utiliza: na esfera cognitiva – metacognição, na captação de estímulos – metatenção e no conteúdo da memória – metamemória.

Os softwares de simulação são ótimas opções para trabalharmos com o processamento de informações, neles os sujeitos vão criar situações, fazer planejamento, tomar decisões e fazer opções, enfim, resolver problemas.
Quando o trabalho é realizado em pequenos grupos, aprende-se também a trabalhar em equipe e a se relacionar melhor com os colegas.

Se bem orientados pelo mediador, os sujeitos tornam-se parte integrante de seu próprio processo educativo, aprendem a se auto-avaliar, a rever seus erros e a acreditar em suas próprias possibilidades, desenvolvendo sua auto-estima.

Alguns softwares proporcionam a oportunidade de treinar a percepção e a discriminação auditiva, sons associados a figuras e criação de melodias.Utilizando o mouse, são desenvolvidos alguns aspectos da coordenação motora.

Através de pesquisas feitas pela Unifesp em 2003, foi desenvolvido um software especifico para disléxicos, com determinação da rota de leitura. A rota é um método baseado na segmentação das palavras em seus componentes, como sílabas e fonemas, com o objetivo de permitir a discriminação dos sons correspondentes a cada uma das letras. Segundo Clara Brandão de Avila, fonoaudióloga e professora de Estudos da Comunicação Humana da Unifesp, um dos méritos do programa é seu uso para o diagnóstico e também para a terapia. “O software avalia o melhor tempo de exposição do estímulo, tanto para a criança decodificar, quanto para ler a palavra inteira. E também auxilia no processamento ortográfico, porque obriga a criança a pensar e a resgatar o valor sonoro da letra”.

Para uma aprendizagem significativa é importante estarmos atentos aos conhecimentos adquiridos anteriormente, ao interesse e a necessidade dos indivíduos, pois são estes os fatores que atribuem significado aos objetos e situações.

Segundo Ausubel (MOREIRA, 1982): A aprendizagem significativa dar-se-á quando uma nova informação ancorar-se em conceitos relevantes pré-existentes na estrutura cognitiva de quem aprende.

A habilidade de quem ensina é necessária para despertar e incrementar a motivação de quem aprende, fazendo com que este indivíduo consiga realizar múltiplas relações do “novo” – o que o indivíduo irá aprender, com o “antigo” – o que o indivíduo já sabe. Além dos aspectos motivacionais, precisamos levar em consideração o desenvolvimento bio-psico-social do indivíduo, que foi estudado por Jean Piaget (1974).

Diz Piaget (1977): “Cada vez que ensinamos prematuramente a uma criança alguma coisa que poderia ter descoberto por si mesma, esta criança foi impedida de inventar e, conseqüentemente, de entender completamente”. Desta forma, ele prioriza a autonomia e independência da criança na aprendizagem.

Seguindo os preceitos de L. S. Vygotsky (1989) – que propõe um outro tipo de interacionismo, que valoriza mais a interação social – o mediador faria a sua intervenção junto ao sujeito, proporcionando um ambiente de trocas recíprocas, onde a aprendizagem possa ocorrer, trazendo como conquista, o desenvolvimento global do indivíduo.
Algumas questões precisam ser consideradas não somente pelos profissionais, individualmente, mas pelas escolas, como um todo, ao organizarem seu plano de implantação da informática. Não basta dar aulas de informática, ensinando aos alunos os sistemas operacionais e as diferentes linguagens.

É preciso montar um projeto em que os alunos possam fazer uso de diferentes softwares educacionais com professores mediadores, capacitados a estimular o desenvolvimento das habilidades mentais e pessoais, orientando a utilização dos programas.
A grande maioria dos softwares educacionais é elaborada com objetivos definidos, não só de trabalho com conteúdos programáticos, mas também de atender às necessidades do próprio sujeito de interação, criação e modificação do próprio conteúdo.

É preciso sempre analisar se a informática será, naquela ocasião, para aquele indivíduo ou grupo, o melhor recurso para se atingir os objetivos. Deve ser usada concomitantemente a outras estratégias, para que possamos superar seus limites e trabalhar as habilidades e os conceitos de forma concreta e significativa.

4.CONCLUSÃO
A Psicologia Cognitiva ou Ciência Cognitiva pesquisa e estuda o processamento de informações, buscando descrever refinados detalhes das etapas de uma determinada execução.

A leitura e a escrita são funções cognitivas que envolvem o processamento de informações, de um determinado sistema simbólico.

Ao adquiri-las, o indivíduo vai assimilar as regras que governam e organizam o próprio sistema; vai perceber o significado ou denotação dos símbolos e a relação entre eles; bem como os usos e funções dos significados.

Ao ler e escrever, a criança faz uso da sua capacidade de simbolizar, a partir da necessidade que ela tem de lidar receptivamente ou expressivamente com a representação da realidade e sua simbolização – a nomeação do mundo.

Desta forma, trabalhar as possibilidades de um sujeito, seja ele disléxico ou não, é dar a ele a oportunidade de perceber este mundo através de seus melhores canais receptivos e expressivos; é favorecer o desenvolvimento das suas aptidões e do conhecimento de si mesmo e dos outros, ampliando sua capacidade simbólica.
Segundo pesquisas realizadas por Howard Gardner e sua equipe, no “Catalyst Projects”, (1990), da Harvard Graduate School of Education, o aluno aprende a lidar melhor e mais rápido com o computador, se tiver propostas interessantes e um orientador eficiente.
Ao trabalhar com a informática, o sujeito faz uso de diferentes atividades e softwares, com o auxílio de um mediador capacitado a estimular o desenvolvimento das habilidades cognitivas e emocionais, orientando o desenrolar das atividades e a utilização dos programas.

A escolha da Informática tem que ser consciente. Não pode ser movida por modismos, nem pelo marketing ou só pelo fascínio que exerce sobre o sujeito.

A informática surge no trabalho escolar – psicopedagógico, como um instrumento facilitador da construção do conhecimento pelo disléxico e do seu desenvolvimento como pessoa, consciente das suas dificuldades, mas, principalmente, reconhecendo suas possibilidades e fazendo pleno uso delas, para exercer o seu direito de ser feliz.

5.BIBLIOGRAFIA
PIAGET, J.. A Construção do Real na Criança. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1974.
VIGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Livraria Martins Fontes Editora LTDA, 1989.
ELLIS, Andrew W. (1995). Leitura, escrita e dislexia: uma análise cognitiva. 2 ed. Tradução de Dayse Batista. Porto Alegre: Artes Médicas.
Dislexia: Manual de Leitura Corretiva. Porto Alegre: Artes Médicas, 1986.
GRÉGOIRE, J. & PIÉRART, B. Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.
CONDEMARÍN, Mabel, BLOMQUIST, Marlys. (1989). Dislexia; manual de leitura corretiva. 3ª ed. Tradução de Ana Maria Netto Machado. Porto Alegre: Artes Médicas.
MARTINS, PROF. VICENTE. Como descobrir uma criança disléxica, Ceará, 2001. Disponível em <http://sitededicas.uol.com.br/artigo22.htm>. Acesso em: 24 abril de 2005.
VIANA, ESTELA. Informática contra a dislexia, São Paulo, 2002. Disponível em < http://saci.org.br/?modulo=akemi&parametro=3961>. Acesso em 08 julho de 2009.

ISSN: 1808-6225

 

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